Publicado por: objetivopenha em: Maio 21, 2007
O que você faria?Você, tem algum relato que gostaria de compartilhar?
Compartilhe conosco. A troca de experiência é a melhor forma de encontrarmos soluções.
Caso 1
Por ser gordinho já sofri com apelidos, porém em casa sempre pude contar com o apoio de meus pais que me orientam até me passaram um video do RJTV – globo com uma reportagem completa a respeito de 26-10-2005 e o programa Malhação abordou o tema de forma bem agradável e assim pude ser forte o suficiente para superar este momento sem atritar corpo discente e docente da escola. O esclarecimento é muito importante.
(Paulo)
Caso 2
Felizmente não fui vítima do bullying, mas trabalhei com alunos que sofriam deste mal. Eram massacrados pelos colegas. Algumas crianças são vítimas da / na própria família. Penso que muitas vezes as pessoas não têm consciência do que estão fazendo ao outro, mesmo as crianças.
(Cristina)
Caso 3
Fui alvo de gozação na minha infância. Cheguei até a isolar das pessoas, e principalmente dos meus amigos de classe. Foi algo tão sério e acredito ainda ter algumas marcas registradas no meu interior até nos tempos atuais. Acredito plenamente se naquele tempo alguém tivesse preocupado com o caso não teria tantos traumas na minha vida.
É lamentavel o que vemos. Vamos nos unir e tentar evitar tantos atos negativos e ruins tomar rumos tão violentos.
(Lúcia)
Caso 4
Sem saber do significado da expressão ou muito antes dela existir , eu me encaixo no perfil de sofrer esta “perseguição ” maldosa e discriminatória. Desde minha infância fui alvo de brincadeiras e gozações, muitas vezes fui excluído de eventos ou outras atividades. Graças a Deus sempre tive um suporte familiar, principalmente de minha Mama, que sempre me dizia : Destaque-se entre os melhores, não precisa ser o melhor mas apareça de forma positiva, seja sempre alegre e divertido, assim os fracos não terão argumentos para brincadeiras.
(Prof. Oswaldo)
Caso 5
“Uma criança com necessidades especiais foi discriminada em sala de aula, por motivo de chacota tornando-se assim muito agressiva. Todos o chamavam de “cabeção”.
(Profª do Ensino Fundamental)
Caso 6
“Uma menina de cinco anos era rejeitada por seus colegas de classe devido ao sotaque nordestino e sua condição financeira. Com esta rejeição a menina não falava mais dentro da sala, não interagia com o grupo brincando sempre sozinha.
(aluna de Pedagogia em sua observação no estágio)
Caso 7
Olá, meninas, quando criança o meu apelido era Ferrugem Podre por causa das sardas, mas não me incomodava, eu cresci e elas sumiram.
O que está faltando entre as pessoas é amor ao próximo e respeito.
(Profª Cristiane)
Caso 8
Muito interessante este fato de abuso de poder. Isso aconteceu com meu filho de 10 anos há questão de alguns meses. Ele faltou num determinado dia na escola e a professora combinou que no dia seguinte seria levado um certo material ofertado por uma empresa, que foi emprestado para teste. Entretanto, meu filho não estava presente na sala de aula e não conversou com nenhum amiguinho durante aquele dia, só sabia de uma excursão que aconteceria no dia seguinte, planejada previamente. Chegando na escola, a professora ficou muito brava e disse que ele sempre se esquecia das coisas, que, como castigo, teria de levar o material até o fabricante e ficou repetindo a pergunta: “Quem sempre se esquece das coisas? Quem é o único da sala que faz isso?” até meu filho dizer: “Eu.” e pediu que repetisse em voz bem alta para os outros colegas ouvirem.
A coordenação da escola comunicada do fato, disse ter chamado a professora e me pedia desculpas, visto que a professora mesmo confessou que “exagerou um pouquinho”. Achei que deveria ter sido punida. De qualquer maneira mudarei meu filho de escola no ano que vem.
(Keila M.)
Caso 9
Sempre fui uma daquelas crianças que tirava notas altas e devido a uma boa estrutura dentro de casa consegui manter uma alta sociabilidade com todos, desde os “bagunceiros” até os “CDF`s” (grupo do qual fazia parte…. risos…).
Fico feliz em saber que esse tipo de fator também tem sido levado em consideração em escolas ao invés de somente ficar com o “velho” par “giz e quadro negro”.
(Bruno Thomaz)
Caso 10
Eu sofri de Bullyng na escola!! Me senti muito mal, por várias vezes não queria ir à escola… os meninos me chamavam de Olívia Palito, magricela, Gina (palitos de dentes)… meu irmão também sofreu…, ele usava óculos e, por isso, era o quatro olhos…
Eu me sentia mal por ele e por mim, já que frequentavámos a mesma sala de aula…
Na época não sabíamos um conceito para isso… não me lembro de alguém interferir no comportamento dos alunos e, alguma preocupação com nós…
Acho super válido falar e deixar claro o conceito para colocar um fim nesse comportamento maléfico que ocosiona tantas mortes!
(Luciana Raspa)
Caso 11
Terrível o Bullying!!!!
No meu tempo de primário tive este problema!
Muito tímido era infernizado por um colega que cismou de me desafiar….provocava, armava ardiz, e colocava-me em situações difíceis…
Fiquei muito tempo apavorado até que um dia tomei uma decisão…resolvi reagir e quebrar a cara dele! Não deu outra, o Carlão, seu amigo, adoeceu e não veio a aula nesse dia, soquei lhe a mão na cara, que ele ficou desnorteado, acho que tomou um susto, fui suspenso da escola, sem nehum arrependimento!!! Nunca mais a criatura nem sequer olhava do meu lado!! desde então a paz reinou… Detalhe, a professora Rose não percebia nada porque desconhecia o avanço maléfico. Nunca tive má índole, mas essa foi a forma que encintrei para deixar de ser vítima “Bullying”.
(Josué)
Caso 12
Em meus tempos de ginásio, um colega foi incentivado a fazer loucuras (cabecear latas jogadas para cima, por exemplo). E advinhem. Estava dando sinais de loucura. Nós o aplaudíamos e pediamos mais loucuras. Até que um dia, o velho e severo Rui Lengruber, professor de geografia, viu uma das cenas. Nos chamou na hora, deu uma dura definitiva. Nunca mais incentivamos as loucuras do colega. E ele sarou logo, reitegrando-se à classe. Narro este fato para mostrar que certas atitudes de bullying, disfarçadas em brincadeiras de adolescentes, podem provocar consequências psicológicas graves. Algumas vezes, da mesma forma que o velho Rui, os educadores precisam agir rápida e duramente para que “brincadeiras” não se convertam em meios de levar certas pessoas a caminhos indesejáveis.
(Jarbas)
Caso 13
Eu também ja sofri bullyng foi quando me chingaram de gordo,baleia,orca,besta,e o resto e melhor nem contar.Me sinto muito ofendido.
(Bruno Alves)
Caso 14
Por ser baixa e gordinha sempre fui motivo de chacota pelos colegas de escola, mas graças a Deus minha familia trabalhou o reforço positivo que consegui superar todas as piadinhas.
Hoje sou uma mulher centrada e de bem com a vida.
(Neila Fonseca)
Keilla e Noemi