Anti Bullying

A prática do bullying serve para repreender outro caso de bullying?

Publicado por: objetivopenha em: Julho 2, 2007

Absolvida mulher que fez aluno dizer “sou retardado”  

 Dia  28 de junho de 2007, no portal terra, saiu uma notícia de uma professora que humilhou um aluno pelo fato dele haver humilhado um colega.

Leia a matéria no link

http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI1722112-EI8142,00.html

Essa matéria foi enviada por Celso Benith Belo,

Gratas

 Noemi e Keilla

Programa de Combate ao Bullying no congresso

Publicado por: objetivopenha em: Julho 2, 2007

PROJETO DE LEI Nº 350, DE 2007

Fica o Poder Executivo autorizado a instituir o Programa de Combate ao Bullying, de ação interdisciplinar e de participação comunitária, nas escolas públicas e privadas do Estado de São Paulo.

Veja o texto na íntegra acessando:http://www.bullying.pro.br/noticias/projeto_de_lei350.pdf

Keilla e Noemi 

Novo episódio de ‘bullying’ em Espanha

Publicado por: objetivopenha em: Junho 11, 2007

 Aluna agredida por colegas…

Mais um caso de ‘bullying’ em escolas espanholas.  

A jovem de 14 anos sofreu um derrame num dos olhos, feridas numa orelha e escoriações no corpo. “A minha filha recusa-se a sair de casa e tenho de a levar a um psicólogo”, disse o pai da menor, José António Gil.A direção do instituto está a estudar o caso e pondera expulsar os envolvidos.

Veja detalhes:

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=243341&idselect=91&idCanal=91&p=200

Keilla e Noemi

Bullying escolar

Publicado por: objetivopenha em: Junho 11, 2007

Confira orientações para identificar se seu filho sofre ou pratica o bullying.
Saiba como lidar com a situação.

O Centro Multiprofissional de Estudos e Orientação sobre o Bullying Escolar (Cemeobes) organizou dicas para os pais identificarem os sinais de que os filhos são vítimas ou praticam o bullying no colégio e orientações para o que fazer nessas situações.

O que é o Bullying Escolar?  

bullying-00.gifBullying é um termo utilizado na literatura psicológica anglo-saxônica, para designar comportamentos agressivos e anti-sociais, nos estudos sobre o problema da violência escolar.Universalmente, o bullying é conceituado como sendo um “conjunto de atitudes agressivas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais alunos contra outro(s), causando dor, angústia e sofrimento, e executadas dentro de uma relação desigual de poder, tornando possível a intimidação da vítima”.
Ridicularizações, intimidações, apelidos pejorativos, ameaças, perseguições, difamações, humilhações, são algumas das condutas empregadas por autores de bullying.

As principais formas de maus-tratos

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  • Sexual (abusar, assediar, insinuar).
  • Verbal (apelidar, xingar, zoar).
  • Físico (bater, chutar, beliscar).
  • Moral (difamar, caluniar, discriminar).
  • Psicológico (intimidar, ameaçar, perseguir).
  • Material (furtar, roubar, destroçar pertences).
  • Virtual (zoar, discriminar, difamar, por meio da internet e celular)

Como saber se seu filho(a) é vítima?

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  •  Apresenta com freqüência desculpas para faltar às aulas ou indisposições como dores de cabeça, de estômago, diarréias, vômitos antes de ir à escola.
  • Pede para mudar de sala ou de escola, sem apresentar movitos convincentes
  • Apresenta com freqüência desculpas para faltar às aulas ou indisposições como dores de cabeça, de estômago, diarréias, vômitos antes de ir à escola. 
  • Apresenta desmotivação com os estudos, queda do rendimento escolar e dificuldades de concentração e aprendizagem.
  • Volta da escola irritado ou triste, machucado, com as roupas ou materiais sujos ou danificados.
  • Apresenta aspecto contrariado, deprimido, aflito, ou tem medo de voltar sozinho da escola.
  • Possui dificuldades de relacionar-se com os colegas e fazer amizades.
  • Vive isolado em seu mundo e não querer contato com outras pessoas que não façam parte da família.

O que fazer ?

  • Observe qualquer mudança no comportamento.
  • Estimule para que fale sobre o seu dia-a-dia na escola.
  • Não culpe a criança pela vitimização sofrida.
  • Transforme o seu lar num local de refúgio e segurança.
  • Ajude a criança a expressar-se com segurança e confiança.
  • Valorize os aspectos positivos da criança e converse sobre suas dificuldades pessoais e escolares.
  • Procure ajuda psicológica e de profissionais especializados. 
  • 01023551900.jpg 

Sinais de que seu filho pratica bullying…

  • Apresenta distanciamento e falta de adaptação aos objetivos escolares.
  • Volta da escola com ar de superioridade, exteriorizando ou tentando impor sua autoridade sobre alguém.
  • Apresenta aspecto e/ou atitudes irritadiças, mostrando-se intolerante frente a qualquer situação ou aos diferentes aspectos das pessoas.
  • Costuma resolver seus problemas, valendo-se da sua força física e/ou psicológica.
  • Apresenta atitude hostil, desafiante e agressiva com os irmãos e pais, podendo chegar a ponto de atemorizá-los sem levar em conta a idade ou a diferença de força física.
  • Porta objetos ou dinheiro sem justificar sua origem.
  • Apresenta habilidades em sair-se de “situações difíceis”.

O que fazer se o seu filho pratica bullying…

  • Observe atentamente so comportamente e os sentimentos expressos pela criança.
  • Mantenha tranquilidade e calma.
  • Converse, objetivando encontrar os motivos que o levam a agir desta maneira.
  • Reflita sobre o modelo educativo que você está oferecendo ao seu filho.
  • Evite bater ou aplicar castigos demasiadamente severos. Isso só poderá promover raiva e ressentimentos.
  • Procure profissionais que possam auxiliá-lo a lidar com esse tipo de comportamento.
  • Dê segurança e amor.
  • Incentive a mudança de atitudes.
  • Um bom começo é pedir desculpas e deixar a vítima em paz.
  • Não ignore o fato ou ache desculpas para as suas atitudes.
  • Lembre-se que com o tempo esse comportamento pode conduzir a uma vida delituosa e infeliz.  
  • Procure a direção da escola ou ajuda de um conselho tutelar.
  • Participe de projetos solidários propostos pela escola e incentive seu filho a participar.

Fonte: Centro Multiprofissional de Estudos e Orientação sobre o Bullying Escolar

      Ilustração: Editoria de Arte/G

      Keilla e Noemi 

Bullying: brincadeira sem graça

Publicado por: objetivopenha em: Junho 10, 2007

 Apelidos como “rolha de poço”, “baleia”, “quatro olhos” e atitudes como chutes, empurrões e puxões de cabelo são comportamentos típicos de alunos em sala de aula. Brincadeiras próprias da idade? Não. São atos agressivos, intencionais e repetitivos, que ocorrem sem motivação evidente e que caracterizam o chamado fenômeno bullying.

Leia mais no http://www.se.df.gov.br/MostraNoticia.asp?id=16050 

Keilla e Noemi

Violência moral

Publicado por: objetivopenha em: Maio 21, 2007

O que você faria?Você, tem algum relato que gostaria de compartilhar?

Compartilhe conosco. A troca de experiência é a melhor forma de encontrarmos soluções.

Caso 1

Por ser gordinho já sofri com apelidos, porém em casa sempre pude contar com o apoio de meus pais que me orientam até me passaram um video do RJTV – globo com uma reportagem completa a respeito de 26-10-2005 e o programa Malhação abordou o tema de forma bem agradável e assim pude ser forte o suficiente para superar este momento sem atritar corpo discente e docente da escola. O esclarecimento é muito importante.

(Paulo) 

Caso 2 

Felizmente não fui vítima do bullying, mas trabalhei com alunos que sofriam deste mal. Eram massacrados pelos colegas. Algumas crianças são vítimas da / na própria família. Penso que muitas vezes as pessoas não têm consciência do que estão fazendo ao outro, mesmo as crianças.

(Cristina)

Caso 3

Fui alvo de gozação na minha infância. Cheguei até a isolar das pessoas, e principalmente dos meus amigos de classe. Foi algo tão sério e acredito ainda ter algumas marcas registradas no meu interior até nos tempos atuais. Acredito plenamente se naquele tempo alguém tivesse preocupado com o caso não teria tantos traumas na minha vida.
É lamentavel o que vemos. Vamos nos unir e tentar evitar tantos atos negativos e ruins tomar rumos tão violentos.

 (Lúcia) 

Caso 4 

 Sem saber do significado da expressão ou muito antes dela existir , eu me encaixo no perfil de sofrer esta “perseguição ” maldosa e discriminatória. Desde minha infância fui alvo de brincadeiras e gozações, muitas vezes fui excluído de eventos ou outras atividades. Graças a Deus sempre tive um suporte familiar, principalmente de minha Mama, que sempre me dizia : Destaque-se entre os melhores, não precisa ser o melhor mas apareça de forma positiva, seja sempre alegre e divertido, assim os fracos não terão argumentos para brincadeiras.

 (Prof. Oswaldo) 

Caso 5 

 “Uma criança com necessidades especiais foi discriminada em sala de aula, por motivo de chacota tornando-se assim muito agressiva. Todos o chamavam de “cabeção”.

(Profª do Ensino Fundamental) 

Caso 6 

 “Uma menina de cinco anos era rejeitada por seus colegas de  classe devido ao sotaque nordestino e sua condição financeira. Com esta rejeição a menina não falava mais dentro da sala, não interagia com o grupo brincando sempre sozinha.

(aluna de Pedagogia em sua observação no estágio)

Caso 7 

 Olá, meninas, quando criança o meu apelido era Ferrugem Podre por causa das sardas, mas não me incomodava, eu cresci e elas sumiram.
O que está faltando entre as pessoas é amor ao próximo e respeito. 

(Profª Cristiane) 

 Caso 8

Muito interessante este fato de abuso de poder. Isso aconteceu com meu filho de 10 anos há questão de alguns meses. Ele faltou num determinado dia na escola e a professora combinou que no dia seguinte seria levado um certo material ofertado por uma empresa, que foi emprestado para teste. Entretanto, meu filho não estava presente na sala de aula e não conversou com nenhum amiguinho durante aquele dia, só sabia de uma excursão que aconteceria no dia seguinte, planejada previamente. Chegando na escola, a professora ficou muito brava e disse que ele sempre se esquecia das coisas, que, como castigo, teria de levar o material até o fabricante e ficou repetindo a pergunta: “Quem sempre se esquece das coisas? Quem é o único da sala que faz isso?” até meu filho dizer: “Eu.” e pediu que repetisse em voz bem  alta para os outros colegas ouvirem.
A coordenação da escola comunicada do fato, disse ter chamado a professora e me pedia desculpas, visto que a professora mesmo confessou que  “exagerou um pouquinho”. Achei que deveria ter sido punida. De qualquer maneira mudarei meu filho de escola no ano que vem.


 
(Keila M.) 

Caso 9

 Sempre fui uma daquelas crianças que tirava notas altas e devido a uma boa estrutura dentro de casa consegui manter uma alta sociabilidade com todos, desde os “bagunceiros” até os “CDF`s” (grupo do qual fazia parte…. risos…).
Fico feliz em saber que esse tipo de fator também tem sido levado em consideração em escolas ao invés de somente ficar com o “velho” par “giz e quadro negro”.

(Bruno Thomaz)

 Caso 10

Eu sofri de Bullyng na escola!! Me senti muito mal, por várias vezes não queria ir à escola… os meninos me chamavam de Olívia Palito, magricela, Gina (palitos de dentes)… meu irmão também sofreu…, ele usava óculos e, por isso, era o quatro olhos…
Eu me sentia mal por ele e por mim, já que frequentavámos a mesma sala de aula…
Na época não sabíamos um conceito para isso… não me lembro de alguém interferir no comportamento dos alunos e, alguma preocupação com nós…
Acho super válido falar e deixar claro o conceito para colocar um fim nesse comportamento maléfico que ocosiona tantas mortes! 

(Luciana Raspa)

 Caso 11

Terrível o Bullying!!!!
No meu tempo de primário tive este problema!
Muito tímido era infernizado por um colega que cismou de me desafiar….provocava, armava ardiz, e colocava-me em situações difíceis…
Fiquei muito tempo apavorado até que um dia tomei uma decisão…resolvi reagir e quebrar a cara dele! Não deu outra, o Carlão, seu amigo, adoeceu e não veio a aula nesse dia, soquei lhe a mão na cara, que ele ficou desnorteado, acho que tomou um susto, fui suspenso da escola, sem nehum arrependimento!!! Nunca mais a criatura nem sequer olhava do meu lado!! desde então a paz reinou… Detalhe, a professora Rose não percebia nada porque desconhecia o avanço maléfico. Nunca tive má índole, mas essa foi a forma que encintrei para deixar de ser vítima “Bullying”.

(Josué)

 Caso 12

Em meus tempos de ginásio, um colega foi incentivado a fazer loucuras (cabecear latas jogadas para cima, por exemplo). E advinhem. Estava dando sinais de loucura. Nós o aplaudíamos e pediamos mais loucuras. Até que um dia, o velho e severo Rui Lengruber, professor de geografia, viu uma das cenas. Nos chamou na hora, deu uma dura definitiva. Nunca mais incentivamos as loucuras do colega. E ele sarou logo, reitegrando-se à classe. Narro este fato para mostrar que certas atitudes de bullying, disfarçadas em brincadeiras de adolescentes, podem provocar consequências psicológicas graves. Algumas vezes, da mesma forma que o velho Rui, os educadores precisam agir rápida e duramente para que “brincadeiras” não se convertam em meios de levar certas pessoas a caminhos indesejáveis.

(Jarbas)

 Caso 13

Eu também ja sofri bullyng foi quando me chingaram de gordo,baleia,orca,besta,e o resto e melhor nem contar.Me sinto muito ofendido. 

(Bruno Alves)

 Caso 14

Por ser baixa e gordinha sempre fui motivo de chacota pelos colegas de escola, mas graças a Deus minha familia trabalhou o reforço positivo que consegui superar todas as piadinhas.
Hoje sou uma mulher centrada e de bem com a vida.

(Neila Fonseca)

  Keilla e Noemi 

A forma escolar da tortura

Publicado por: objetivopenha em: Maio 8, 2007

Rubem alves Ruben Alves 72 anos, é um pensador desorganizado. Acabou de ler o livro “Fenômeno Bullying”, de Cleo Fante. A leitura desse livro, que considera obrigatória, o provocou a escrever este artigo. 

 Folha de São Paulo, Sinapse,  terça-feira, 31 de maio de 2005, Rubem Alves 

 Eu fui vítima dele. Por causa dele, odiei a escola. Nas minhas caminhadas passadas, eu o via diariamente. Naquela adolescente gorda de rosto inexpressivo que caminhava olhando para o chão. E naquela outra, magricela, sem seios, desengonçada, que ia sozinha para a escola. Havia grupos de meninos e meninas que iam alegremente, tagarelando, se exibindo, pelo mesmo caminho. Mas eles não convidavam nem a gorda nem a magricela. “Bullying” é o nome dele. Dediquei-me a escrever sobre os sofrimentos a que crianças e adolescentes são submetidos em virtude dos absurdos das práticas escolares, mas nunca pensei sobre as dores que alunos infligem a colegas seus. Talvez eu preferisse ficar na ilusão de que todos os jovens são vítimas. Não são. Crianças e adolescentes podem ser cruéis.   

Dediquei-me a escrever sobre os sofrimentos a que as crianças e adolescentes são submetidos em virtude dos absurdos das práticas escolares, mas nunca pensei sobre as dores que alunos infligem a colegas seus. 

 Leia o artigo completo em:

http://aprendiz.uol.com.br/content.view.action?uuid=aaa3705d0af47010017224561b818166 

Keilla e Noemi  

Cyber-bullying cresce no Brasil

Publicado por: objetivopenha em: Maio 2, 2007

 

Só porque não ia com a cara de um colega de turma, o estudante mineiro Lucas Campos achou que tinha o direito de criar uma página em um site de relacionamentos na internet com todo tipo de ofensa e xingamentos, inventando apelidos. O estudante ofendido não gostou e resolveu processar.O Tribunal de Justiça do Estado de Minas condenou o autor da zombaria a pagar R$ 3.500 de indenização em danos morais por crime de difamação.

Veja a reportagem com vídeo do dia 29/04/2007 no link do FANTÁSTICO.

 

http://www.youtube.com/watch?v=XHEfAW9FIkw

 Keilla e Noemi

 

O Bullying e a Nova Educação

Publicado por: objetivopenha em: Maio 2, 2007

Alessandro Costantini é pedagogo, psicólogo e psicoterapeuta. Ocupa-se da prevenção de problemas juvenis nas escolas. Em 2006 durante uma entrevista disse: A situação hoje na Europa é que o bulismo está se difundindo cada vez mais e numa proporção onde no âmbito educacional existem poucas regras e muita liberdade. E respondeu duas questões ao grupo de estudos Aprendaki: 

De que forma o “Bullying” se correlaciona com o suicídio?

Como os adultos, principalmente, os educadores podem se instrumentalizar para trabalhar essa questão no âmbito escolar?

Detalhes acesse –  http://www.aprendaki.com.br

Ver entrevista  2/9/2006 

O Bullying e a Nova Educação
Alessandro Costantini – Itália

Keilla e Noemi 

Bullying na infância…

Publicado por: objetivopenha em: Abril 22, 2007

Aquela gozação maldosa que geralmente algumas crianças são submetidas pelos colegas mais fortes é chamada de bullying. A prática vem sendo pesquisada como um problema sério que, em casos extremos, pode levar ao suicídio das vítimas de perseguição. O mundo virtual também abriga uma infinidade de sites que buscam informar e orientar a forma de como podemos diminuir os danos causados pelo bullying. Acessem os links a seguir para saber mais sobre o assunto e o que pode levar uma criança ou adolescente a se suicidar:

PSIQWEB – psiquiatria geral 

PEDAGO BRASIL

 ABC do Corpo Salutar 

Boa navegação e esperamos os seus comentários…

Keilla e Noemi