Estudante do Ensino Fundamental agrediu a professora após xingá-la dentro da sala.
Com olhos e mãos machucados, a vítima se diz chocada com a atitude do garoto.
Do G1, em São Paulo, com informações do Bom Dia São Paulo
Um aluno de 15 anos será transferido de uma escola de Suzano, na Grande São Paulo, por ter agredido a professora quando ela saía da sala de aula.
Segundo a professora, o estudante, da 8ª série do Ensino Fundamental, começou a xingá-la durante uma atividade. Ela pediu para que ele se retirasse da sala. O garoto ficou no corredor, esperou o horário de troca de aulas e, na saída da educadora, agrediu-a no rosto e na cabeça. Ela também teve os olhos e as mãos machucados.
Leia a reportagem…
http://www.crmariocovas.sp.gov.br/noticia.php?it=9432
Keilla e Noemi
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Segundo o pediatra Dr. Aramis A. Lopes Neto, a prevenção do bullying entre estudantes constitui-se em uma necessária medida de saúde pública, capaz de possibilitar o pleno desenvolvimento de crianças e adolescentes, habilitando-os a uma convivência social sadia e segura.
Os efeitos do bullying são raramente evidentes, sendo pouco provável que a criança ou adolescente procure o pediatra com a clara compreensão de ser ele autor ou alvo de bullying. No entanto, é possível identificar os pacientes de risco, aconselhar as famílias, rastrear possíveis alterações psiquiátricas e incentivar a implantação de programas anti-bullying nas escolas.
Leia na íntegra
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0021-75572005000700006&script=sci_arttext
Keilla e Noemi
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Nem só de personagens fofinhos como Mario e Sonic é feito o reino dos videogames. Volta e meia aparecem jogos que são o pesadelo de pais, professores, psicólogos e políticos. A produtora norte-americana Rockstar, que lançou “Grand theft auto”, um jogo no qual é possível roubar carros, bater em pedestres, matar policiais e gerenciar bordéis. Acaba de lançar “Bully”, game para o PlayStation 2, no qual o jogador assume o papel de um estudante secundário que enfrenta a violência de seus colegas. Bully é o termo usado para o assédio moral e muitas vezes físico sofrido pelos alunos. É a primeira vez que o tema é abordado em um jogo de videogame, e se torna ainda mais explosivo em um país abalado por recentes tiroteios em escolas, com um saldo de dezenas de mortos.
Muitas pessoas tem tentado censurar e até banir os jogos violentos nos Estados Unidos.
Leia reportagem…
http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,AA1315966-7084,00.html
E você o que tem feito?
Tem observado seu filho ou seu aluno?
Keilla e Noemi
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Estudante do Ensino Fundamental agrediu a professora após xingá-la dentro da sala.
Com olhos e mãos machucados, a vítima se diz chocada com a atitude do garoto.
Assista ao vídeo:
http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL59470-5605,00.html
Um levantamento da Apeoesp feito com 684 professores do estado de São Paulo apontou que 87% deles disseram que conhecem histórias de violência nas escolas. Em 93% dos casos, os responsáveis são os alunos.
O estudo aponta, também, as principais causas dessa violência: 76% estão relacionados a conflitos entre os estudantes, 63% por causa de drogas e álcool e 45,6% pobreza generalizada.
Leia na íntegra:
http://www.crmariocovas.sp.gov.br/noticia.php?it=9432
Keilla e Noemi
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O Diário Oficial do Estado de São Paulo publicou, no dia 20 de janeiro, a promulgação da Lei nº 11.875, que institui a Política de Prevenção à Violência Contra Educadores da Rede de Ensino do Estado de São Paulo. A lei, baseada em projeto do deputado Sebastião Arcanjo, tem por objetivo estimular discussões, atividades e medidas de prevenção a situações de risco para os profissionais de Educação entre as escolas, comunidades e entidades de classe.
Assista ao vídeo:
http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM697658-7822-AGRESSAO+A+SERVENTE+NO+INTERIOR+DE+SAO+PAULO,00.html
Leia na íntegra:
http://www.crmariocovas.sp.gov.br/noticia.php?it=6086
Keilla e Noemi
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“As crianças olham; as crianças fazem - influencie positivamente”
O ser humano é moldado pelo meio em que vive; e são nos primeiros anos de vida, ou seja, ao lado dos pais que a personalidade começa a ser moldada.O vídeo anexo foi um dos melhores já produzidos até hoje em termos de educação.Não a educação escolar, mas a educação intrínseca ao ser humano.
Matéria enviada por: Celso Benith Belo
http://www.childfriendly.org.au/streaming1.htm
Keilla e Noemi
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Absolvida mulher que fez aluno dizer “sou retardado”
Dia 28 de junho de 2007, no portal terra, saiu uma notícia de uma professora que humilhou um aluno pelo fato dele haver humilhado um colega.
Leia a matéria no link
Essa matéria foi enviada por Celso Benith Belo,
Gratas
Noemi e Keilla
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PROJETO DE LEI Nº 350, DE 2007
Fica o Poder Executivo autorizado a instituir o Programa de Combate ao Bullying, de ação interdisciplinar e de participação comunitária, nas escolas públicas e privadas do Estado de São Paulo.
Veja o texto na íntegra acessando:http://www.bullying.pro.br/noticias/projeto_de_lei350.pdf
Keilla e Noemi
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Aluna agredida por colegas…
Mais um caso de ‘bullying’ em escolas espanholas.
A jovem de 14 anos sofreu um derrame num dos olhos, feridas numa orelha e escoriações no corpo. “A minha filha recusa-se a sair de casa e tenho de a levar a um psicólogo”, disse o pai da menor, José António Gil.A direção do instituto está a estudar o caso e pondera expulsar os envolvidos.
Veja detalhes:
http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=243341&idselect=91&idCanal=91&p=200
Keilla e Noemi
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Confira orientações para identificar se seu filho sofre ou pratica o bullying.
Saiba como lidar com a situação.
O Centro Multiprofissional de Estudos e Orientação sobre o Bullying Escolar (Cemeobes) organizou dicas para os pais identificarem os sinais de que os filhos são vítimas ou praticam o bullying no colégio e orientações para o que fazer nessas situações.
O que é o Bullying Escolar?
Bullying é um termo utilizado na literatura psicológica anglo-saxônica, para designar comportamentos agressivos e anti-sociais, nos estudos sobre o problema da violência escolar.Universalmente, o bullying é conceituado como sendo um “conjunto de atitudes agressivas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais alunos contra outro(s), causando dor, angústia e sofrimento, e executadas dentro de uma relação desigual de poder, tornando possível a intimidação da vítima”.
Ridicularizações, intimidações, apelidos pejorativos, ameaças, perseguições, difamações, humilhações, são algumas das condutas empregadas por autores de bullying.
As principais formas de maus-tratos
- Sexual (abusar, assediar, insinuar).
- Verbal (apelidar, xingar, zoar).
- Físico (bater, chutar, beliscar).
- Moral (difamar, caluniar, discriminar).
- Psicológico (intimidar, ameaçar, perseguir).
- Material (furtar, roubar, destroçar pertences).
- Virtual (zoar, discriminar, difamar, por meio da internet e celular)
Como saber se seu filho(a) é vítima?

- Apresenta com freqüência desculpas para faltar às aulas ou indisposições como dores de cabeça, de estômago, diarréias, vômitos antes de ir à escola.
- Pede para mudar de sala ou de escola, sem apresentar movitos convincentes
- Apresenta com freqüência desculpas para faltar às aulas ou indisposições como dores de cabeça, de estômago, diarréias, vômitos antes de ir à escola.
- Apresenta desmotivação com os estudos, queda do rendimento escolar e dificuldades de concentração e aprendizagem.
- Volta da escola irritado ou triste, machucado, com as roupas ou materiais sujos ou danificados.
- Apresenta aspecto contrariado, deprimido, aflito, ou tem medo de voltar sozinho da escola.
- Possui dificuldades de relacionar-se com os colegas e fazer amizades.
- Vive isolado em seu mundo e não querer contato com outras pessoas que não façam parte da família.
O que fazer ?
- Observe qualquer mudança no comportamento.
- Estimule para que fale sobre o seu dia-a-dia na escola.
- Não culpe a criança pela vitimização sofrida.
- Transforme o seu lar num local de refúgio e segurança.
- Ajude a criança a expressar-se com segurança e confiança.
- Valorize os aspectos positivos da criança e converse sobre suas dificuldades pessoais e escolares.
- Procure ajuda psicológica e de profissionais especializados.
Sinais de que seu filho pratica bullying…
- Apresenta distanciamento e falta de adaptação aos objetivos escolares.
- Volta da escola com ar de superioridade, exteriorizando ou tentando impor sua autoridade sobre alguém.
- Apresenta aspecto e/ou atitudes irritadiças, mostrando-se intolerante frente a qualquer situação ou aos diferentes aspectos das pessoas.
- Costuma resolver seus problemas, valendo-se da sua força física e/ou psicológica.
- Apresenta atitude hostil, desafiante e agressiva com os irmãos e pais, podendo chegar a ponto de atemorizá-los sem levar em conta a idade ou a diferença de força física.
- Porta objetos ou dinheiro sem justificar sua origem.
- Apresenta habilidades em sair-se de “situações difíceis”.
O que fazer se o seu filho pratica bullying…
- Observe atentamente so comportamente e os sentimentos expressos pela criança.
- Mantenha tranquilidade e calma.
- Converse, objetivando encontrar os motivos que o levam a agir desta maneira.
- Reflita sobre o modelo educativo que você está oferecendo ao seu filho.
- Evite bater ou aplicar castigos demasiadamente severos. Isso só poderá promover raiva e ressentimentos.
- Procure profissionais que possam auxiliá-lo a lidar com esse tipo de comportamento.
- Dê segurança e amor.
- Incentive a mudança de atitudes.
- Um bom começo é pedir desculpas e deixar a vítima em paz.
- Não ignore o fato ou ache desculpas para as suas atitudes.
- Lembre-se que com o tempo esse comportamento pode conduzir a uma vida delituosa e infeliz.
- Procure a direção da escola ou ajuda de um conselho tutelar.
- Participe de projetos solidários propostos pela escola e incentive seu filho a participar.
Fonte: Centro Multiprofissional de Estudos e Orientação sobre o Bullying Escolar
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