Anti Bullying

Bullying e o mal que causa

Publicado por: objetivopenha em: setembro 30, 2009

 Assita o depoimento de Danile Vuoto

Faça uma reflexão.

E se fosse você?

http://www.youtube.com/watch?v=NLp0z9ZtjWk

Selvageria nas escolas de São Paulo

Publicado por: objetivopenha em: setembro 29, 2009

Alunos vivem cotidiano de selvageria nas escolas de São Paulo.

Assistam essa reportagem e após uma reflexão, dê o seu depoimento.

O que você pode fazer para mudar esse quadro?

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1067165-7823-

RERPORTAGEM DO BOM DIA BRASIL 25/06/2009

Abuso sexual e bullying

Publicado por: objetivopenha em: março 4, 2009

O Estado de S.Paulo

ONG denuncia abuso sexual no ambiente escolar
Clarissa Thomé

Todos os dias, um milhão de crianças sofrem algum tipo de violência nas escolas, em todo o mundo. O levantamento, feito pela organização não-governamental Plan com base em estudos em 66 países, entre os quais o Brasil, motivou a entidade a lançar a campanha Aprender Sem Medo. A intenção é erradicar das escolas violência sexual, castigos físicos e bullying – agressões entre alunos. No País, a ONG vai trabalhar em escolas do Maranhão e Pernambuco.

No Brasil, a ênfase da campanha será a violência entre alunos, conhecida como bullying. “Queremos criar uma cultura de paz, para que as crianças possam discutir o tema de forma lúdica.” Durante a campanha, que depende de parcerias entre a instituição e as secretarias de Educação, a Plan fará um levantamento sobre a violência nas escolas brasileiras.

Leia

http://www.unesp.br/aci/clipping/011208i.php

 

Noemi Alcaraz

Sociedade mais humana

Publicado por: objetivopenha em: agosto 22, 2008

Ainda de maneira incipiente, mas cada vez mais, o bullying tem chamado a atenção de todos aqueles que trabalham com educação. Vivemos em uma cultura capitalista que é intolerante às diferenças e muitos pais reproduzem para seus filhos, nas mais diversas situações, seus conceitos sobre padrão de normalidade, etnias, orientação sexual, papel da mulher e do homem na sociedade, etc. Meninos aprendem desde cedo que devem ser fortes, valentes e “não levar desaforo para casa”. Nem todos conseguem e sabem que, se chegarem em casa e simplesmente chorarem por uma ofensa ocorrida da escola, sofrerão duplamente, pois serão duramente repreendidos pelos pais.

Nossa cultura incentiva as competições: os pais querem ver seus filhos no alto do pódio e quase não há lugar para simples diversão; as escolas promovem campeonatos esportivos; escolas de balé expõem crianças em programas de televisão… Em casa, expressões de amor são substituídas por presentes materiais: “Se passar de ano, ganha um videogame!”. O que conta é a competição, a avaliação e, finalmente, o prêmio ou a punição. Pode-se argumentar que vivemos nessa sociedade e que precisamos preparar as crianças para esse mundo extremamente competitivo. Por certo, mas o que se verifica hoje é um exagero nessas práticas que tem levado cada vez mais crianças a serem diagnosticadas com estresse, déficit de atenção ou hiperatividade. Caberá aos professores pôr um pouco de “ordem na casa”, mas não será uma tarefa fácil. Nas situações em que ocorre o bullying, todos são afetados. Os praticantes considerarão a violência como um instrumento poderoso para conseguir seus objetivos. As vítimas se tornarão introspectivas, tímidas, sem coragem para enfrentar os desafios da vida, afastando-se do convívio com o grupo ou simplesmente partindo para a agressão aos colegas. Os espectadores aprenderão que é melhor não tomar partido, por medo de “sobrar” para eles. Todos terão aprendido uma péssima lição sobre cidadania. Saberão que o melhor é concentrar-se em si mesmo, que os fins justificam os meios, que compartilhar não é atraente. Desenvolverão pouco interesse na ausência de recompensas (“vale nota?”), o “eu” só se firmará pelo status, pelos ganhos materiais e os outros serão vistos como competidores. Nada de solidariedade, os outros serão oponentes. É fundamental que as escolas tenham projetos de combate ao bullying, que envolvam a comunidade escolar e todos aqueles que, de alguma maneira, podem ter um olhar diferenciado sobre a realidade. Não se trata de estabelecer um código de vigilância exacerbado.Trata-se de contribuir para a construção de uma sociedade mais humana, em que todos tenham o direito de ser diferente.

 

Texto do Geógrafo e Doutor em Ciências da Religião, é coordenador de curso e professor da UNICAPITAL.

 Noemi Alcaraz

Agressão a professor

Publicado por: objetivopenha em: fevereiro 14, 2008

Estudante do Ensino Fundamental agrediu a professora após xingá-la dentro da sala.
Com olhos e mãos machucados, a vítima se diz chocada com a atitude do garoto.

Do G1, em São Paulo, com informações do Bom Dia São Paulo

Um aluno de 15 anos será transferido de uma escola de Suzano, na Grande São Paulo, por ter agredido a professora quando ela saía da sala de aula.
Segundo a professora, o estudante, da 8ª série do Ensino Fundamental, começou a xingá-la durante uma atividade. Ela pediu para que ele se retirasse da sala. O garoto ficou no corredor, esperou o horário de troca de aulas e, na saída da educadora, agrediu-a no rosto e na cabeça. Ela também teve os olhos e as mãos machucados.

Leia a reportagem…

http://www.crmariocovas.sp.gov.br/noticia.php?it=9432

Keilla e Noemi

A voz do pediatra

Publicado por: objetivopenha em: outubro 26, 2007

Segundo o pediatra Dr. Aramis A. Lopes Neto, a prevenção do bullying entre estudantes constitui-se em uma necessária medida de saúde pública, capaz de possibilitar o pleno desenvolvimento de crianças e adolescentes, habilitando-os a uma convivência social sadia e segura.

Os efeitos do bullying são raramente evidentes, sendo pouco provável que a criança ou adolescente procure o pediatra com a clara compreensão de ser ele autor ou alvo de bullying. No entanto, é possível identificar os pacientes de risco, aconselhar as famílias, rastrear possíveis alterações psiquiátricas e incentivar a implantação de programas anti-bullying nas escolas.

Leia na íntegra

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0021-75572005000700006&script=sci_arttext

Keilla e Noemi  

“Bully”, game para o PlayStation 2

Publicado por: objetivopenha em: setembro 23, 2007

                                               

Nem só de personagens fofinhos como Mario e Sonic é feito o reino dos videogames. Volta e meia aparecem jogos que são o pesadelo de pais, professores, psicólogos e políticos. A produtora norte-americana Rockstar, que lançou “Grand theft auto”, um jogo no qual é possível roubar carros, bater em pedestres, matar policiais e gerenciar bordéis. Acaba de lançar “Bully”, game para o PlayStation 2, no qual o jogador assume o papel de um estudante secundário que enfrenta a violência de seus colegas. Bully é o termo usado para o assédio moral e muitas vezes físico sofrido pelos alunos. É a primeira vez que o tema é abordado em um jogo de videogame, e se torna ainda mais explosivo em um país abalado por recentes tiroteios em escolas, com um saldo de dezenas de mortos.

Muitas pessoas tem tentado censurar e até banir os jogos violentos nos Estados Unidos.

Leia reportagem…

http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/0,,AA1315966-7084,00.html

E você o que tem feito?

Tem observado seu filho ou seu aluno?

Keilla e Noemi

   

Aluno é transferido após agredir professora

Publicado por: objetivopenha em: agosto 31, 2007

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Estudante do Ensino Fundamental agrediu a professora após xingá-la dentro da sala.
Com olhos e mãos machucados, a vítima se diz chocada com a atitude do garoto.

Assista ao vídeo:

http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL59470-5605,00.html 

Um levantamento da Apeoesp feito com 684 professores do estado de São Paulo apontou que 87% deles disseram que conhecem histórias de violência nas escolas. Em 93% dos casos, os responsáveis são os alunos.
O estudo aponta, também, as principais causas dessa violência: 76% estão relacionados a conflitos entre os estudantes, 63% por causa de drogas e álcool e 45,6% pobreza generalizada. 

Leia na íntegra: 

http://www.crmariocovas.sp.gov.br/noticia.php?it=9432

Keilla e Noemi

Lei quer prevenir violência nas escolas

Publicado por: objetivopenha em: agosto 31, 2007

221998221.jpg O Diário Oficial do Estado de São Paulo publicou, no dia 20 de janeiro, a promulgação da Lei nº 11.875, que institui a Política de Prevenção à Violência Contra Educadores da Rede de Ensino do Estado de São Paulo. A lei, baseada em projeto do deputado Sebastião Arcanjo, tem por objetivo estimular discussões, atividades e medidas de prevenção a situações de risco para os profissionais de Educação entre as escolas, comunidades e entidades de classe.

Assista ao vídeo:

http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM697658-7822-AGRESSAO+A+SERVENTE+NO+INTERIOR+DE+SAO+PAULO,00.html

 

Leia na íntegra: 

http://www.crmariocovas.sp.gov.br/noticia.php?it=6086

Keilla e Noemi 

Assista e faça uma reflexão: Qual é seu exemplo?

Publicado por: objetivopenha em: julho 2, 2007

“As crianças olham; as crianças fazem – influencie positivamente” 

O ser humano é moldado pelo meio em que vive; e são nos primeiros anos de vida, ou seja, ao lado dos pais que a personalidade começa a ser moldada.O vídeo anexo foi um dos melhores já produzidos até hoje em termos de educação. Não a educação escolar, mas a educação intrínseca ao ser humano.   

 Matéria enviada por: Celso Benith Belo

http://www.youtube.com/watch?v=80nL4KdamEw 

 

 

Keilla e Noemi